O que vale a pena possuir, vale a pena esperar.

"Estou há horas no MSN e sobe a plaquinha de você entrando. Paro tudo que estou fazendo e repito em mantra: eu não gosto dele, eu não gosto dele, eu não gosto dele. Espero você vir falar comigo. Um, dois, três, dez segundos. Meu coração dispara, mas eu mando ele parar. Cansei de ser sempre aquela garota certinha, bonitinha, perfeitinha. Chega. Dessa vez vou acertar. Eu gosto das pessoas pelo prazer de gostar e não porque deu tempo de gostar delas. E ninguém entende nada. Você não sabe por que eu não respondo seus emails há dois dias. Eu te conto que é porque estava muito muito ocupada. Minhas amigas sempre usam essa desculpa. Mas dessa vez tô ignorando as mensagens. Mesmo que a caixa de entrada fique aberta o dia todo esperando um email seu. Mas você jamais vai saber disso. Você é diferente, mas eu não to afim de arriscar não. Chega. Você me salvou. Eu não agüentava mais pensar nos mesmos caras que eram sempre os mesmos caras. Com as mesmas roupas, com os mesmos assuntos, andando com os mesmos amigos.(…) Já perdi a conta do quanto a gente já conversou e apesar de eu me encantar com os seus olhos, com as suas palavras, com a sua inteligência e esse charme blasé de quem sabe o que quer… Eu nunca te elogiei. Eu quero eternizar o seu sorriso lindo – mas eu nunca falei dele pra você. Nem falei do seu cheirinho bom. Que é o cheiro de uma nova vida que eu estava precisando tanto. Não quero falar que te adoro principalmente porque eu já nem sabia mais como era adorar alguém novinho em folha antes de você aparecer. Não, eu não vou sonhar com você. Chega de sonhar com passeios de mãos dadas. Dessa vez vou fazer tudo direito. Chega. Acredito no amor pra sempre. Acredito em alma gêmea. Você nem sonha com essas coisas porque só conversamos coisas leves e engraçadas. E alguns assuntos cabeça também pra eu poder saber o quão inteligente você é. Eu corro pro espelho e repito cem vezes que eu não gosto de você. Não gosto de você. Não gosto de você. Porque se eu gostar de você, eu sei que você vai embora. Pra mais longe ainda. E eu simplesmente não agüento mais ninguém indo embora. Porque nesse mundo maluco só se dá bem quem ignora completamente a brevidade da vida e brinca de não estar nem aí para o amor. Estou morrendo de vontade de ser eu, mas ser eu só tem me feito perder e perder. E eu quero ganhar. Só dessa vez. Chega. Mas eu quero me dar de bandeja pra você. Dizer com todas as letras: apaixonada! Boba. Louca por você. E dentro de mim uma voz diz: vai, fala. Se abre. Revela. Vive um dia e já está bom. Mas não. Depois eu demoro semanas pra me levantar porque fui intensa e vivi um dia. Não agüento mais nada disso. Por isso, dessa vez, eu não vou gostar de você. Tchau. Digo que vou sair do MSN porque estou cansada e trabalhei muito. Você jura que eu não estou nem aí pra você. Melhor assim. Dessa vez quero fazer tudo certo. Aí eu fico off line e olho aquele bonequinho verde do lado do seu nome. Três segundos e você também sai. A minha vontade é te ligar, pra contar o quanto gosto de você. E te pedir em namoro. E me declarar. Falar palavras lindas, frases perfeitas, poéticas, sensíveis. Mas não! Eu sou uma mocinha. E mocinhas só se declaram depois de um mês de namoro. Ou depois que o garoto fala que gosta delas. Dessa vez vai ser assim. Chega. E se você não desistir mesmo com todo esse teatro que eu estou fazendo… Vai ser a prova de que eu precisava pra saber que você realmente vale a pena."
Tati Bernardi. (via brendaacs)

(Source: discretamente, via brendaacs)

— 1 month ago with 139 notes
"Eu sou assim: Eu vou sumir quando você menos esperar, eu vou surtar com você, vou querer que você sinta medo, orgulho, paixão, tesão e fome de mim. Eu vou ter as vontades mais loucas, eu vou sentir inveja até da sua sombra por estar perto de você de dia, e do seu travesseiro por estar com você a noite. Eu vou aparecer só pra você me perceber, eu vou sumir e aparecer milhões de vezes pra você me notar. Eu vou ter sede da sua atenção, eu vou querer seu “mas eu te amo, eu te odeio, e não quero mais te ver por aqui”. Eu vou querer um beijo roubado no meio daquela briga, eu vou querer seus elogios quando o espelho estiver de mal comigo, eu vou querer sua sinceridade quando for necessário e a sua doce mentira quando minha vaidade precisar. Eu vou querer surpresas no meio do dia, ligações inesperadas. Eu vou respirar você. Eu vou amar você. E aí? Vai querer mesmo cruzar meu caminho?"
Tati Bernardi  (via bitchindisguise)

(Source: o-qe-eu-tambem-nao-entendo, via desencanta-me)

— 3 months ago with 213 notes
"Minha vontade agora é sumir. Chamar você. Me esconder. Ir até a sua casa e te beijar e dizer que te amo e que você é importante demais na minha vida para eu te abandonar. Sacudir você e dizer que você é um otário porque está me perdendo dessa maneira. Minha vontade é esquecer você. Apagar você da minha vida. Lembrar de você a cada manhã. Pensar em você para dormir melhor. Então eu percebo: IT’S ME, e minhas vontades são bipolares demais. Só o que não é bipolar demais é a minha ganancia por te ter. Sim, eu escolheria você. Se me dessem um último pedido, eu escolheria você. Se a vida acabasse hoje ou daqui mil anos, eu escolheria você."
Tati Bernardi. (via brendaacs)
— 3 months ago with 56 notes
   Eu sempre me achei forte demais para me envolver com alguém, minha armadura foi sempre resistente. Não sou de me apegar, mas com você me senti completa… completa boba, completa louca, completamente desejada.Te conheci naquela noite fria, você lançava olhares, enquanto a gente torcia, era um jogo importante, eu estava com pessoas mais importantes, e francamente, eu nem te notei.Você se aproximou como quem não queria nada, pedindo informações. Trocamos algumas ideias, e os meninos mal deixavam nos aproximar, você pagou uma pizza, um refrigerante, fez o bom moço, torceu, sorriu, e que sorriso radiante. Ofereceu teu colo, teu copo, não aceitei, trocamos número do celular, pena que eu não anotei o seu. Você morava em outra cidade, uma cidade pequena, em que eu sempre amava estar.Anotou meu número, e como o previsto, não me ligou. Na verdade eu nem me importei, não tinha olhos pra você! Uma semana depois, estavamos nós novamente, na sua casa. E como irônia do destino, era dia 12 de junho, dia dos namorados… e lá estavamos nós, solteiros. Pudemos nos conhecer melhor, e demos boas risadas juntos. Você falava da sua paixão por voar, e confesso que fiquei encantada, entre uma conversa e outra, você me chamava de “pé frio”, você sorria, e a achava graça em tudo. Minhas amigas enroladas usavam seu banheiro, e eu só queria saber em estar enrolada em uma coberta, me sentindo completamente em casa, mesmo sendo apenas a segunda vez que nos vimos.
Que dia longo… longe de ter um fim, um quarto cheio, conversas boas, eu estava ficando apegada a aquelas pessoas. Mas meu foco continuava não sendo você, pelo menos não logo de cara, não logo no começo.  Aquele dia infinito acabou, você me adicionou no facebook, mas a gente nem se falou. Nunca fiz questão disso também.Semanas depois, lá estava eu, na mesma cidade, e na mesma casa também. Você parecia ser mais um daqueles garotos legais, que começava a entrar no meu jogo de conquista. Então, resolvi sair com você e nossos amigos em comum. Bebemos bons drinks, e fomos para a balada. Começou a me lançar olhares,  e me mandar mensagens, mas eu não queria aquilo, eu não queria pertencer a você. Após muitas tentativas suas, eu já estava com náuseas, sei lá o que aconteceu, mas fiquei com você. Porque sinceramente eu tava cansada de esperar por alguém que não vinha, e larguei de me interessar por aquele cara que saia com as minhas amigas e não se importava se eu estaria ou não presente. Você era diferente, carinhoso, isso devia fazer parte do seu jogo de conquista, e eu me entreguei.A noite acabou, e não nos vimos mais. Nos tornamos amigos, amigos distantes por sinal. Era uma distância de kilometros, e de sentimentos. As coisas começaram a melhorar. Comecei a receber tuas mensagens, e a te encomodar, todas as vezes que voltava da balada. Me perdi, e você tava tendo a ousadia de me deixar louca. Que cilada! Sempre me desapeguei muito fácil, e era vespera de feriado, quando recebi uma mensagem do tipo: “vamos pra ilha?”. Parece insignifcante, mas para mim, é como se eu tivesse ido parar nas nuvens, foi como se por um segundo, você quisesse que eu estivesse lá, e fazendo parte de tudo aquilo.Mas eu fugi, preferi minhas amigas. Até porque sei, que você pode ser passageiro.Pode ser que se eu tivesse ido, as coisas tivessem sido diferentes, mas eu não gosto de pensar assim.Um mês depois, quando eu achei que eu era caso esquecido em sua vida, e que eu não significava nada entre seus circulos de amizade, recebi um convite, na véspera do seu aniversário. E você tinha certeza que eu não iria. Até hoje, eu não sei bem ao certo, o que me levou até você, parece que no dia tudo conspirou, para que eu viajasse até lá.Eu não sei porque você me chamou, mas é como se você desaparece da minha vida por um tempo, voltasse, e marcasse ponto.E aconteceu, 12 de outubro, lá estava eu, para te dar um parabéns, e um abraço, nada mais além disso, bom, pelo menos era pra ser só isso. Dia 12, exatamente, 4 meses depois, da primeira vez que estive naquela casa. Quando cheguei, eu me senti uma estranha no ninho, nem eu mesma, sabia lidar com aquilo. Seus pais, seus amigos, foi dificil, e ao mesmo tempo, tão intenso. Desde o início da festa você me chamava atenção, me fazia tão bem conversar e estar com você, que eu comecei a me questionar. Todos foram embora, e eu tava ali, aflita com tudo o que tinha escutado e acontecido. Você me abraçou, e é como se tudo tivesse acalmado. GAME OVER, eu me perdi, e me entreguei a você. Amor? Paixão? não descobri o que foi, é como se eu tivesse perdido o controle da situação,  e tivesse restado apenas uma plena confiança em você.  Quatro paredes, aquelas mesmas paredes, que foram cenário de muitas histórias nossas… E dessa vez, estava apenas ali, eu e você. Como foi bom dormir e acordar em seus braços pela segunda vez, mesmo que dessa vez tenha sido mais intensa. Você foi o primeiro, mesmo que nunca vai saiba disso. Ainda hoje, não sei bem ao certo quem você é, não sei como pensa, não sei como sente. Só sei que você foi um grande jogador e provavelmente eu fui apenas mais uma perdedora do seu jogo.Estou me recompondo, já voltamos a nos falar algumas vezes, e você foi sempre muito fofo comigo. Eu reluto, para seguir minha vidinha emocionante, enfrentando milhares e milhares de garotos, resultados de noites muito loucas. Passaram alguns meses, e eu continuo pedindo, não some não, aparece. E eis que o destino, justo hoje, enquanto escrevia essa história, fez com que você realmente tivesse me escutado e aparecesse assim. Não posso negar que fiquei radiante, mesmo que sabendo que daqui alguns dias é o carnaval, e você estará se divertindo em outros braços, e abraços.Eu continuarei aqui, pois venho andado treinando muito com outros canalhas, tentando ocupar o buraquinho que você deixou no meu coração.   Mas o mundo que me levou até você, gira muito, e o suficiente para que, quem sabe um dia, eu ainda diga pra você, GAME OVER.. conquistei seu coração!

   Eu sempre me achei forte demais para me envolver com alguém, minha armadura foi sempre resistente. Não sou de me apegar, mas com você me senti completa… completa boba, completa louca, completamente desejada.
Te conheci naquela noite fria, você lançava olhares, enquanto a gente torcia, era um jogo importante, eu estava com pessoas mais importantes, e francamente, eu nem te notei.
Você se aproximou como quem não queria nada, pedindo informações. Trocamos algumas ideias, e os meninos mal deixavam nos aproximar, você pagou uma pizza, um refrigerante, fez o bom moço, torceu, sorriu, e que sorriso radiante. Ofereceu teu colo, teu copo, não aceitei, trocamos número do celular, pena que eu não anotei o seu. Você morava em outra cidade, uma cidade pequena, em que eu sempre amava estar.

Anotou meu número, e como o previsto, não me ligou. Na verdade eu nem me importei, não tinha olhos pra você!
Uma semana depois, estavamos nós novamente, na sua casa. E como irônia do destino, era dia 12 de junho, dia dos namorados… e lá estavamos nós, solteiros. Pudemos nos conhecer melhor, e demos boas risadas juntos. Você falava da sua paixão por voar, e confesso que fiquei encantada, entre uma conversa e outra, você me chamava de “pé frio”, você sorria, e a achava graça em tudo. Minhas amigas enroladas usavam seu banheiro, e eu só queria saber em estar enrolada em uma coberta, me sentindo completamente em casa, mesmo sendo apenas a segunda vez que nos vimos.

Que dia longo… longe de ter um fim, um quarto cheio, conversas boas, eu estava ficando apegada a aquelas pessoas.
Mas meu foco continuava não sendo você, pelo menos não logo de cara, não logo no começo.  Aquele dia infinito acabou, você me adicionou no facebook, mas a gente nem se falou. Nunca fiz questão disso também.

Semanas depois, lá estava eu, na mesma cidade, e na mesma casa também. Você parecia ser mais um daqueles garotos legais, que começava a entrar no meu jogo de conquista. Então, resolvi sair com você e nossos amigos em comum. Bebemos bons drinks, e fomos para a balada. Começou a me lançar olhares,  e me mandar mensagens, mas eu não queria aquilo, eu não queria pertencer a você.
Após muitas tentativas suas, eu já estava com náuseas, sei lá o que aconteceu, mas fiquei com você. Porque sinceramente eu tava cansada de esperar por alguém que não vinha, e larguei de me interessar por aquele cara que saia com as minhas amigas e não se importava se eu estaria ou não presente. Você era diferente, carinhoso, isso devia fazer parte do seu jogo de conquista, e eu me entreguei.
A noite acabou, e não nos vimos mais. Nos tornamos amigos, amigos distantes por sinal. Era uma distância de kilometros, e de sentimentos.

As coisas começaram a melhorar. Comecei a receber tuas mensagens, e a te encomodar, todas as vezes que voltava da balada. Me perdi, e você tava tendo a ousadia de me deixar louca. Que cilada!
Sempre me desapeguei muito fácil, e era vespera de feriado, quando recebi uma mensagem do tipo: “vamos pra ilha?”. Parece insignifcante, mas para mim, é como se eu tivesse ido parar nas nuvens, foi como se por um segundo, você quisesse que eu estivesse lá, e fazendo parte de tudo aquilo.

Mas eu fugi, preferi minhas amigas. Até porque sei, que você pode ser passageiro.
Pode ser que se eu tivesse ido, as coisas tivessem sido diferentes, mas eu não gosto de pensar assim.
Um mês depois, quando eu achei que eu era caso esquecido em sua vida, e que eu não significava nada entre seus circulos de amizade, recebi um convite, na véspera do seu aniversário. E você tinha certeza que eu não iria.
Até hoje, eu não sei bem ao certo, o que me levou até você, parece que no dia tudo conspirou, para que eu viajasse até lá.
Eu não sei porque você me chamou, mas é como se você desaparece da minha vida por um tempo, voltasse, e marcasse ponto.

E aconteceu, 12 de outubro, lá estava eu, para te dar um parabéns, e um abraço, nada mais além disso, bom, pelo menos era pra ser só isso. Dia 12, exatamente, 4 meses depois, da primeira vez que estive naquela casa.
Quando cheguei, eu me senti uma estranha no ninho, nem eu mesma, sabia lidar com aquilo. Seus pais, seus amigos, foi dificil, e ao mesmo tempo, tão intenso.


Desde o início da festa você me chamava atenção, me fazia tão bem conversar e estar com você, que eu comecei a me questionar.
Todos foram embora, e eu tava ali, aflita com tudo o que tinha escutado e acontecido. Você me abraçou, e é como se tudo tivesse acalmado. GAME OVER, eu me perdi, e me entreguei a você. Amor? Paixão? não descobri o que foi, é como se eu tivesse perdido o controle da situação,  e tivesse restado apenas uma plena confiança em você.  Quatro paredes, aquelas mesmas paredes, que foram cenário de muitas histórias nossas… E dessa vez, estava apenas ali, eu e você. Como foi bom dormir e acordar em seus braços pela segunda vez, mesmo que dessa vez tenha sido mais intensa. Você foi o primeiro, mesmo que nunca vai saiba disso.

Ainda hoje, não sei bem ao certo quem você é, não sei como pensa, não sei como sente. Só sei que você foi um grande jogador e provavelmente eu fui apenas mais uma perdedora do seu jogo.

Estou me recompondo, já voltamos a nos falar algumas vezes, e você foi sempre muito fofo comigo. Eu reluto, para seguir minha vidinha emocionante, enfrentando milhares e milhares de garotos, resultados de noites muito loucas.

Passaram alguns meses, e eu continuo pedindo, não some não, aparece.
E eis que o destino, justo hoje, enquanto escrevia essa história, fez com que você realmente tivesse me escutado e aparecesse assim. Não posso negar que fiquei radiante, mesmo que sabendo que daqui alguns dias é o carnaval, e você estará se divertindo em outros braços, e abraços.
Eu continuarei aqui, pois venho andado treinando muito com outros canalhas, tentando ocupar o buraquinho que você deixou no meu coração.

   Mas o mundo que me levou até você, gira muito, e o suficiente para que, quem sabe um dia, eu ainda diga pra você, GAME OVER.. conquistei seu coração!

— 3 months ago
you-willbeloved:

O que importa não é com quem  ficar na sexta de noite, mas sim o sábado inteiro.                         Amizade Colorida 

you-willbeloved:

O que importa não é com quem  ficar na sexta de noite, mas sim o sábado inteiro.
                         Amizade Colorida 

(Source: heartless-g)

— 4 months ago with 35 notes